Face to Facebook,instagram, etc…

We know that online behavior reflects on offline. Those born at full technological society prioritize to be connected in a network of relationships where they share life through these.
Some people say they use social networks to communicate, make contact, networking.
But there are those who seek to live the virtual world actually: make friends, create unknown relations, fell in love with people we’ve never seen,consider friends who talked very few times. Once you add or follows an individual, this is already part of your social circle and friendship.Bauman says:

“virtual relationships have buttons. Commands such as “Add” or “Forward” and “Delete” easily defeat real life.

I have been asking me whether we are losing the meaning of friendship or are we becoming more sensitive to the opinions of others?
The concept of friendship today looks distorted due to the use of these tools.
In “Liquid Modernity” Zygmunt Bauman argues that we live in liquid times net. The liquid is ephemeral and quickly changes when it is under pressure.
We can see this in social relationships, friends, family and mainly affective. Today, the demand and supply are abundant – the net society no longer need to make efforts to transcend an argument, disagreement or criticism. It is much easier to “delete” “unfollow” and hide behind tools in the search for a new friend, boyfriend, etc. We are products of our own. We trivialize ourselves through our actions.
This merger of the digital world with the “live” world is making people needed for attention. Self marketing exposure and seeking people’s approvals that do not even exist in their day-to-day.
The group of social friends in your life may be little more than 100 people – co-workers, personal friends, new contacts, someone you met through a friend or somewhere.
Why do we take so seriously as to offend us with the online behavior of our “friends” that we may have seen one or two times in life? Why are we giving so much value to what is not tangible?
It is almost a paradox: we demand so much of others, but treat them as products. We no longer know differentiate the concept of what is personal and emotional, than it is just a situation or person we know.
Networks can be great tools if we know how to use them. Everything is under OUR control.

_________port
Sabemos que o comportamento online reflete no offline. Os nascidos em plena sociedade tecnológica priorizam estar conectados em uma rede de relações onde compartilham a vida através destas.
Alguns dizem fazer uso das redes sociais para se comunicar, fazer contato, networking. Mas há quem busca viver o mundo virtual de fato: fazemos amizades, criamos relações com desconhecidos, nos apaixonamos por pessoas que nunca vimos, consideramos amigos pessoas que conversamos pouquíssimas vezes. Uma vez que se adiciona ou segue um indivíduo, este já faz parte do seu círculo social e de amizade.
Venho me questionando se estamos perdendo a noção do significado de amizade ou estamos nos tornando mais sensíveis à opinião dos outros?
O conceito de amizade hoje parece distorcido devido ao uso destas ferramentas.
Em “Modernidade líquida” Zygmunt Bauman afirma que vivemos em tempos líquidos. O líquido é efêmero e muda rapidamente quando se está sob pressão. Percebe-se isto nos relacionamentos sociais, sejam eles amizade, familiar e principalmente afetivos. Hoje, a demanda e a oferta estão abundantes – a sociedade líquida não precisa mais fazer esforços para transcender uma discussão, desentendimento ou uma crítica. É muito mais fácil “deletar” “unfollow” e se esconder atrás de ferramentas na busca de um novo amigo, namorado, etc. Somos produtos de nós mesmos. Banalizamos nós mesmos através de nossas ações.
Essa fusão do mundo digital com o mundo “ao vivo” tem deixado as pessoas mais carentes de atenção. O auto marketing e exposição em busca de aprovações que nem sequer existem no seu dia-a-dia. Seu grupo de amigos que socializa em períodos singulares da sua vida talvez não passe de 100 pessoas – são os colegas de trabalho, amigos pessoais, novos contatos, alguém que conheceu através de um amigo ou em algum lugar.
Por que levamos tão a sério, a ponto de nos ofender com o comportamento online de nossos “amigos” que talvez tenhamos visto 1 ou 2 vezes na vida? Por que estamos dando tanto valor ao que não é tangível?
É quase que um paradoxo: exigimos tanto dos outros, mas os tratamos como produtos. Não sabemos mais diferenciar o conceito do que é pessoal e afetivo, do que é apenas uma situação, ou pessoa que conhecemos sem criar laços.
As redes podem ser ótimas ferramentas se soubermos utilizá-las. Afinal somos seres humanos. Nós que gerenciamos estas ferramentas e apesar de toda tecnologia, ainda precisamos lidar com sentimentos humanos de felicidade, raiva, ciúmes, prazer, alegria, etc. Está tudo sob NOSSO controle.